Racionalidade limitada
Decidir com tempo, atenção e informação limitados: buscamos o “bom o suficiente”.
O que é
Ninguém consegue analisar tudo. Temos pouco tempo, pouca informação e energia limitada, então escolhemos o que parece bom o bastante, e não o melhor possível.
Como funciona e como se proteger
Não é um defeito, e sim a condição de qualquer mente: o tempo é curto, a informação é incompleta e a capacidade de processar é limitada. Buscar o “bom o suficiente”, como propôs Herbert Simon, é a resposta racional a essa limitação. O problema não é decidir assim; é esquecer que decidimos assim e tratar a escolha como ótima.
Aceite o “suficiente” nas decisões pequenas e reserve a análise cuidadosa para as grandes. Nas grandes, amplie de propósito a informação e o tempo. Em política, a racionalidade limitada explica por que eleitores usam atalhos, como partido e simpatia, e por que instituições que organizam a informação, como agências e imprensa, importam tanto.
Como isso afeta a moral e a política
No pensamento moral
Ninguém avalia todas as consequências: isso pede humildade moral.
No pensamento político
O eleitor não pode estudar tudo; por isso regras, partidos e instituições importam tanto.