A ideia central
O indivíduo é dono de si mesmo. Tirar à força, inclusive por imposto, precisa de uma justificativa muito forte.
Como vê cada questão
| Estado | Mínimo: o chamado Estado-guarda-noturno. |
|---|---|
| Economia | Mercado livre quase total. |
| Liberdades | Máximas, inclusive sobre drogas e escolhas pessoais. |
| Igualdade | Só formal. Redistribuir é visto como violação. |
Pensadores e referências
Robert Nozick, Ayn Rand (objetivismo), Ludwig von Mises.
Na história
Partido Libertário dos EUA; influência em Javier Milei, na Argentina.
No Brasil
Cresceu após 2013, por institutos e canais como Instituto Mises Brasil e Ideias Radicais.
Figuras ligadas ou associadas
Associação aproximada. Influência não quer dizer que o partido ou a pessoa adote tudo o que a corrente defende.
Pontos fortes: o que pode estar certo
- Toda coerção precisa de justificativa: o ônus é de quem quer limitar.
- Alerta para os riscos de concentrar poder e para governos que erram.
- Defende coerentemente liberdades pessoais, como de consumo e expressão.
Contradições
- Protege a propriedade atual sem resolver como ela foi obtida, muitas vezes à força.
- Rejeita imposto, mas precisa financiar polícia e justiça.
- Defende liberdade e aceita contratos em que quem não tem alternativa fica sem escolha real.
O que dizem os críticos
Ignora, segundo críticos, os pontos de partida desiguais, as falhas de mercado e quem não pode pagar. Muitos libertários também não se veem como de direita.