A ideia central
Países periféricos não se desenvolvem só pelo mercado. Bancos públicos, estatais e proteção à indústria seriam o caminho.
Como vê cada questão
| Estado | Indutor do crescimento. |
|---|---|
| Economia | Mista, com política industrial. |
| Liberdades | Já conviveu com democracia e ditadura. |
| Igualdade | Espera reduzir com crescimento. |
Pensadores e referências
Raúl Prebisch, Celso Furtado.
Na história
Cepal e América Latina no pós-guerra.
No Brasil
Vargas, JK, governo Geisel e parte dos governos do PT.
Partidos com influência dessa ideia
Figuras ligadas ou associadas
Associação aproximada. Influência não quer dizer que o partido ou a pessoa adote tudo o que a corrente defende.
Pontos fortes: o que pode estar certo
- Coreia do Sul e China mostram que o Estado pode acelerar a industrialização.
- Países não ficam ricos só exportando matéria-prima.
Contradições
- Protege empresas para que elas fiquem competitivas, e muitas nunca ficam.
- Quer autonomia nacional e depende de crédito e tecnologia externos.
- Já conviveu tanto com democracias quanto com ditaduras, sem resolver a desigualdade.
O que dizem os críticos
Pode gerar inflação, dívida, empresas protegidas e pouca concorrência. Defensores citam Coreia do Sul e China.