Fundação e contexto
Leonel Brizola, voltando do exílio, tentou refundar o PTB de Getúlio. Perdeu a sigla para Ivete Vargas no TSE, e criou o PDT em 1980. A Carta de Lisboa (1979) deu as bases.
Fundadores e nomes da origem: Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Doutel de Andrade.
Linha do tempo
- 1961Brizola lidera a Campanha da Legalidade em favor de Jango.
- 1979Carta de Lisboa, no exílio.
- 1980Perde a sigla PTB para Ivete Vargas e funda o PDT.
- 1982Brizola é eleito governador do Rio; depois vêm os CIEPs.
- 1989Fica em 3º por 0,5% dos votos e apoia Lula.
- 1998Brizola é vice na chapa de Lula.
- 2004Morte de Brizola; Carlos Lupi assume.
- 2018Ciro Gomes fica em 3º.
- 2022Ciro tem 3% e o PDT apoia Lula no 2º turno.
- 20261,64% dos votos para a Câmara: perde fundo e tempo de TV.
Presidentes
- Leonel Brizola (1980–2004)
- Carlos Lupi (2004–; com licenças, com André Figueiredo interino)
Políticos de destaque
Brizola, Darcy Ribeiro, Abdias Nascimento, Cristovam Buarque, Ciro Gomes (saiu em 2025), Carlos Lupi.
Polêmicas e escândalos
Lupi no Trabalho (2011)
Deixou o ministério sob denúncias sobre convênios com ONGs. Wikipédia: Carlos Lupi ↗
Lupi na Previdência (2025)
Deixou o cargo durante o escândalo dos descontos no INSS. Nega responsabilidade. Wikipédia: Carlos Lupi ↗
Divisão no impeachment
Partido contra, mas 6 deputados votaram a favor e 12 contra. Wikipédia: PDT ↗
Valores
Trabalhismo: direitos dos trabalhadores, educação pública integral (os CIEPs), soberania nacional.
Projetos relevantes
CIEPs, com Darcy Ribeiro e Brizola, e a agenda desenvolvimentista.
Como votou na Câmara
Dados oficiais: a favor × contra na bancada do partido na época.
Fonte: Dados Abertos da Câmara. Ver todos os partidos.
Votações e momentos históricos
Impeachment de 2016: maioria contra (6 a favor e 12 contra), com divisão interna.
Eleições presidenciais
Candidato próprio ou apoiado, com o percentual do resultado que a Wikipédia registra para aquela chapa (no 2º turno, quando houve).
| Ano | Candidato | Votos |
|---|---|---|
| 1989 | Leonel Brizola | 15,45% |
| 1994 | Leonel Brizola | 3,18% |
| 1998 | Luiz Inácio Lula da Silva | 31,71% |
| 2002 | Ciro Gomes | 11,97% |
| 2006 | Cristovam Buarque | 2,64% |
| 2010 | Dilma Rousseff | 56,05% |
| 2014 | Dilma Rousseff | 51,64% |
| 2026 | Luiz Inácio Lula da Silva | 51,79% |
Como o alinhamento mudou
Oposição ao governo militar → aliança com Lula (1998) → Ciro em 2018 e 2022 → 3º governo Lula. Em 2026 não superou a cláusula de barreira (1,64%).