Como chegou ao poder
Convenceu as potências europeias a lhe entregar o Congo em nome da “civilização” e da luta contra a escravidão.
O mal que causou
Trabalho forçado, reféns e mutilações serviram para extrair borracha e marfim. Milhões de pessoas morreram, segundo historiadores, embora o número exato seja difícil de calcular.
Uma crítica
Humanitarismo foi a fachada de um dos sistemas mais brutais de exploração colonial. Denúncias de ativistas e jornalistas acabaram forçando o fim do domínio pessoal do rei.
Como não repetir
Palavras nobres não provam boas intenções: siga o dinheiro e olhe para as vítimas. A pressão pública funciona.
- Desconfie de quem promete salvar o país e pede poder sem limites.
- Não aceite que um grupo de pessoas seja tratado como praga ou inimigo interno.
- Defenda imprensa livre, tribunais independentes e o direito de oposição, mesmo para quem você não gosta.
- Recuse a ideia de que os fins justificam os meios, de qualquer lado.
- Guarde a memória e não aceite negação dos crimes.
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Nossa memória e nossas condolências ao povo do Congo, vítima do terror colonial, e aos seus descendentes. Cada número nesta página foi uma pessoa com nome, família e futuro.
Números de mortos são estimativas de historiadores e variam entre as fontes. A categoria no topo é só uma aproximação.